Visão

Missão

A Visão do ACCV consiste em inspirar e cativar vocações no ramo aeronáutico e outras atividades desportivas, crescendo continuamente enquanto instituição.
A Missão do ACCV passa pela divulgação do conhecimento, da cultura e da atividade aeronáutica, de feição recreativa, desportiva e/ou turística sem fins lucrativos.

História

Foi no ano de 1958 que António da Silva Alves e João J. A. Oliveira Quinta, numa reunião num café espinhense, onde habitualmente se encontravam, resolveram pôr em prática um sonho que há muito tempo acalentava.
Para dar vida ao seu projeto, convidaram para colaboradores: Arquiteto Jerónimo Ferreira Reis, uma importante e influente figura da cidade de Espinho; Artur Dias Cruz; e o arquitecto Guilherme Corte-Real, outra figura de relevo.  Homens de grande capacidade de trabalho, que souberam dar vida ao Aero Clube da Costa Verde, e que muito contribuíram para que este chegasse aos dias de hoje.
Não foi fácil a viabilização do mesmo, mas mercê de grande entusiasmo e perseverança, conseguiram levar bem longe o seu intento. Vencidos os muitos obstáculos com que se foram deparando, aconteceu verem realizado o seu sonho.
Com um excelente programa que incluía: almoço de confraternização, batismos de voo, lançamento de pára-quedistas e festival aeronáutico, foi no Domingo, dia 28 de Setembro de 1958 que se procedeu à inauguração do Aero Clube da Costa Verde, com a presença de altas individualidades.

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Aeródromo de Espinho

Nasceu fruto da vontade dos Espinhenses, para substituir o inicial campo de aviação de Silvalde, local onde as primeiras aeronaves que rumaram a Espinho aterraram.
O local escolhido foram os terrenos situados na freguesia de Paramos, junto à Barrinha de Esmoriz, por oferecerem uma longa faixa de piso plano e estável, praticamente à cota das águas do mar. Foi construído pelo povo e concluído em 1931, com recurso aos meios existentes à época, tendo sido, por exemplo, a estabilização do piso de inertes feita à mão, com maços e calcadeiras manuais.

Inicialmente dispunha de quatro pistas, duas orientadas no sentido Norte e Sul (atualmente existente) e duas no sentido Noroeste e Sudeste (já não existe).
Tornou-se assim, o primeiro aeródromo existente a Norte em linha de costa, passando a servir o Porto e toda a região Norte. Posteriormente foi entregue ao Exército, atingindo-se assim a vontade dos fundadores, a implantação de um aeródromo militar naquele local.
Manteve a servidão militar, inicialmente na aeronáutica militar, com implantação de base com esquadra de Hurricanes e Spitfires (até finais dos anos 40) e posteriormente como aeródromo de treino de tiro.

Com o nascimento do Aeroclube da Costa Verde em 1959, foi, nesse mesmo ano, entregue a este clube para que implementasse no aeródromo a sua base de operações e desenvolvesse o gosto pela aeronáutica, ainda hoje a missão fundamental do ACCV.
Desde essa data o ACCV é o legal operador e gestor desta infraestrutura.

Assembleia Geral

Presidente – Paulo Alexandre Ramos Figueiredo Soares, sócio nº76 , Secção de Voo
1º Secretário – Albertino Pereira Ventura sócio nº 153, Secção de Voo
2º Secretário – Edgar Manuel Fonseca Vieira de Almeida, sócio nº 27, Secção de Voo

CONSELHO FISCAL

Presidente: Paulo Alexandre Trindade Costa e Silva, sócio n.º 72, Secção de Voo
Vogal: Álvaro Eduardo Correia Neves, sócio n.º 85, Secção de Voo
Vogal: José Augusto Ribeiro da Rocha, sócio n.º 18, Secção Voo

DIREÇÃO

Presidente – Pedro Manuel Coutinho da Silva, sócio n.º 36, Secção de Voo
Secretário – Rodolfo João Santana Martins, sócio n.º 38, Secção de Voo
Tesoureiro – Daniel Henrique de Oliveira Pinto, sócio n.º 40, Secção de Voo
Vogal – José Manuel Gandra Gomes Pinto, sócio nº 107, Secção de Voo
Vogal – David António Nogueira Moura, sócio nº 162, Secção de Voo

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